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Gledson Sousa nasceu em Juazeiro do Norte em 1972, é poeta, prosador e ensaísta. Reside em São Paulo desde 1991. Formado em História, com especialização em História da Arte.Tem trabalhos publicados no site Triplov (triplov.com), na revista eletrônica Musarara e na revista Ruído Manifesto, além dos livros: "O ovo: meditações sobre a semântica do mundo" (2004), "A iconografia interior: Kandinsky e a teosofia" (2014), "O livro das novas mutações ou O oráculo da natureza" (2014), "Fantasmas" (2018), "Pôr a poesia" (2020), "A mimesis mágica" e "Poemas de um país esquecido" (2022), "Jaguar, trovão" (2024). Participou nas obras coletivas com os textos: Presença do feminino no relato dos viajantes, em "Desigualdade no feminino" (2009), e Uma espiritualidade Nietszcheana?, em "A Religião que Anda no Ar" (2014). Praticante aprendiz do dzogchen, nem espera o "corpo de arco íris", somente sair do exílio cósmico.
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